08
mar

o oscar mais chato de todos

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Ontem aconteceu mais uma cerimônia de entrega do Oscar, aquele prêmio que a gente chama de Oscar mas a Academia insiste em chamar de Academy Awards, por problemas legais sabe-se lá com quem. E foi chato pra caraca.

Eu sou old school e do contra: prefiro a cerimônia recheada de números musicais e piadas. O problema é tempo? Então joga os tais prêmios técnicos, de curta-metragem live action e animação pro dia anterior, como eles fazem com aqueles outro prêmios, de inovação tecnológica e o escambau. Como ficar sem a apresentação das cinco canções indicadas?

Só sei que o Oscar não pode ficar sem música. A lógica prêmio-discurso-prêmio-discurso-intervalo-piadasemgraça-prêmio-discurso-fim não faz o menor sentido e torna a cerimônia enfadonha.

Aí você se pergunta: quem se importa com isso? Pode ser que você não ligue (e eu mesmo nem ligo para os prêmios), mas com certeza a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas se preocupa e a ABC, que detem os direitos da transmissão, também. Porque, mais do que uma premiação, o Oscar é um grande evento televisivo.

Se fosse apenas uma premiação, fariam tudo em um jantar e divulgariam os vencedores para a imprensa e para o público. Porque é importante que as pessoas vejam a cerimônia? Para que elas se interessem pelo filme e se animem a assisti-lo, aumentando assim a bilheteria, certo? Se a cerimônia for enfadonha e sonolenta, ninguém vai assistir. E todo mundo vai ficar triste. A Academia, que não vai divulgar seus vencedores para um bilhão de pessoas, os estúdios, que não vão poder capitalizar bilheterias mais polpudas, a ABC, que não vai ter audiência e não vai vender patrocínios, as estrelas de Hollywood que não vão aparecer; os estilistas, que não vão mostrar suas criações, etc.

O negócio é que não é apenas uma premiação, é um show. E show não pode simplesmente ter gente falando e lendo envelopes de vencedores.

Ok, nem tudo está perdido. A dupla de apresentaores (Steve Martin e Alec Baldwin) agradou. Muita gente não gosta deste tipo de humorismo americano e acha as piadas sem graça. Então não assista ao Oscar, my friend. Porque este é o tipo de humor americano há décadas. É assim que eles fazem e sabem fazer. Cá entre nós, eu sempre acho engraçado. É o American Way of Life. Você não vai conseguir que o tipo de humor feito pelo Casseta e Planeta, Pânico ou CQC estejam lá (apesar de este último, principalmente, estar intimamente ligado ao tipo de humor feito nos EUA).

E quanto aos prêmios, já disse e vou repetir. O Oscar é importante para a indústria, porque a divulga e potencializa as bilheterias. Arte? Muito pouco se vê por lá. Se você quer um prêmio que se interessa pela arte, passe a prestar atenção em Cannes, Berlin, Veneza ou outro festival europeu. Oscar é um prêmio comercial, como quase tudo que os americanos fazem. Muito bem feito, por sinal.

07
mar

oscar

Já fui a festas para assistir ao Oscar. Já fui de terno. Já sentei no chão de um cinema. Já assisti dentro de uma sala de cinema. Já bebi muito assistindo ao Oscar. Já comi quitutes incríveis.

Hoje, assisto em casa. Nada de festas. Me dividirei entre a transmissão da TNT, o chat do Oi Tudo em Cima, o Videocast do Cinema em Cena e as idas à cozinha pra pegar um lanchinho.

Isso porque tem o BBB na Globo, no Multishow e o chat do Te Dou um Dado.

Isso que é cross media.

05
mar

spoon

Uma das bandas mais legais da atualidade, em apresentação no Late Show.

04
mar

aerosmith vem aí

E eles mesmos anunciaram no Youtube.

01
mar

fax ex-machina

O brother David Charles pede pra divulgar a exposição do coletivo Autista, que acontece simultaneamente em São Paulo e Londres, com curadoria dele. Pedido de David é uma ordem.

AUTISTA APRESENTA FAX EX-MACHINA

ABERTURA DA EXPOSIÇÃO: Quinta-Feira, 4 de Março 18:00horas às 21horas, na Galeria POP São Paulo

Quatro Artistas brasileiros. Quatro artistas britânicos. 4 Máquinas de Fax. E uma exposição.

A EXPO:
Com conceito e curadoria de David Charles, do coletivo Autista, Fax Ex-Machina é uma troca de arte ao vivo entre artistas brasileiros e do Reino Unido acontecendo simultaneamente na Galeria Pop em SP e na KK Outlet em Londres.

Os artistas brasileiros Carlinhos Dias, Eduardo Recife (Misprinted Type), Elisa Sassi e Ramon Martins vão mandar faxes de seus trabalhos para a KK Outlet enquanto os artistas londrinos Andrew Clark, Billie Jean, Mcbess e Jimmy Turrell estarão desenhando ao vivo na KK Outlet e enviando suas obras à galeria POP.

O CONCEITO:
Altas taxas e leis alfandegárias que beiram o absurdo torna a importação e exportação de arte no Brasil quase impraticável. Usando máquinas de Fax nós desviamos esses obstáculos para poder exibir jovens talentos dentro e fora do país.

Um dos FAXES estará na janela da galleria e aberto para todos os artistas do Brasil e do mundo enviarem seus trabalhos. As melhores obras farão parte da exposição.
MANDE SUA ARTE PARA: +44 (0) 207 7390396

SOBRE OS ARTISTAS:

BRASILEIROS

CARLINHOS DIAS: um dos expoentes da nova leva de artistas low brow no Brasil, suas obras néo-naifs trazem à ton as falhas e emoções dos seres humanos. Sua obra já foi exibida em galerias no mundo inteiro e mais recentemente no MASP em São Paulo.

RAMON MARTINS: alguns dizem que ele é a versão punk rock de Gustav Klimt, ele também já exibiu nos quarto cantos do planeta e está no acervo permanente do MAM no Rio de Janeiro.

EDUARDO RECIFE: também conhecido como Misprinted Type, ganhou uma legião de fãs e colecionadores for a do país. Ele já trabalhou também para clients como o New York Times e HBO.

ELISA SASSI: sua obra é altamente influenciada pelo constraste da imigração japonesa com o caos de São Paulo. Seu humor negro é o que dá vida à todos as criaturinhas que ela traz ao mundo. Elisa já exibiu em São Paulo, San Francisco, Londres e está entre as 100 melhores ilustradoras do mundo de acordo com a revista Archive.

BRITÂNICOS

JIMMY TURRELL: é um artista gráfico que combina collagens, ilistrações e pintura . Suas ilustrações incrivelmente detalhadas já foram adotadas por marcas como Colette, Dazed & Confused, The Guardian, Nike e XL Records.

Jimmyturrel.com

BILLIE JEAN

Suas ilustrações já encontraram as páginas e produtos de clients como Penguin Livros, Creative Review, BBC, Pentagram e Nike. www.billiejean.co.uk

McBESS
Este artista de apenas 23 anos é um dos mais talentosos da sua geração. Suas criaturas rockers são encontrados em um conto de fadas às avessas.

ANDREW CLARK
Ele cria lindas imagens usando grafite. Ele combina natureza e geometria de um jeito instigante e preciso. Muitos da imprensa o consideram uma das promessas da arte britânica.

INFORMACOES ADICIONAIS:

Autista é um coletivo de arte, liderado pelo curador e fundador David Charles e pela Diretora de Arte Melinda Gorham. Suas investigações artísticas já geraram exposições como o The Dirty Hairy Show em San Francisco e A CASA AUTISTA, instalação a ser aberta em São Paulo em 2011.

26
fev

phil spector sessions

Não sei ao certo de onde isso veio, mas um maluco teve acesso às sessões de estúdio de vários clássicos produzidos por Phil Spector, ripou e colocou no Youtube (só audio).

Tem You’ve Lost That Lovin Feelin, River Deep Moutain High e até Be My Baby. Sintam o drama desta última:

Mais aqui.

23
fev

curling

Não vem que não tem! Eu falei antes! Antes mesmo de virar febre no twitter.

Claro, estou falando do Curling, o esporte sensação das Olimpíadas de Inverno de Vancouver.

Portanto, vou tomar emprestado estes dois videos que o Update or Die publicou para você entender melhor o porque da febre e sua repercussão.

23
fev

polêmica

Uma das muitas máximas do jornalismo diz: “se quer provocar polêmica, basta mexer com alguma instituição sagrada”. Funciona para todos os ramos do jornalismo, mas no cultural isto é meio exacerbado.

Todo mundo entende e gosta de música. Todos somos fãs de alguém e defendemos nossos ídolos com unhas e dentes. Por isso não gostamos de vê-los sendo destruídos por qualquer criticozinho malandro. Nem quando ele fundamenta bastante sua crítica. Não. Somos passionais e não conseguimos enxergar além da cegueira da idolatria.

Pensei bastante nisso quando li as reações da comunidade indie belorizontina ao texto que o comparsa Thiago escreveu sobre o Pavement (leia ao final deste post). Por mais que ele tenha se esforçado em argumentar (e o conseguiu fazer com maestria), as reações foram…..infantis. E - pasmem! - vieram de pessoas que eu julgava inteligentes e capazes de fazer argumentações contrárias às dele. Ok, estou exagerando. Nem foram todas assim. Apenas a grande maioria.

Será a preguiça de escrever? A ditadura dos 140 caracteres que não deixa que escrevamos mais do que isto, mesmo quando o espaço permite? A cegueira perante a idolatria que faz com que o sangue suba e não consigamos dizer nada mais do que “que imbecil” ou “texto horroroso”? Ou será que lá no íntimo todos procuraram e não encontraram argumentos para tal?

Me lembrei de minhas célebres resenhas para os shows do New Order e Black Eyed Peas em 2006 e das reações a eles. Tudo a mesma coisa.

Portanto, no final das contas fica uma certa frustração. A polêmica tem que ser rebatida para virar polêmica. Do contrário vira apenas uma crítica. Nada de errado com isso, mas jornalista gosta é de polêmica.

Leia agora o texto do Thiago:

SOBRE A VOLTA DO PAVEMENT

Uma das notícias quentes do ano passado – cuja realização prática será este ano, com alguns shows pelo mundo – é a volta do Pavement. Quem? Banda que é espécie de fenômeno autista-sociológico para um grupo de fãs de música chamados indies. Uma coisa completamente anos 1990, que a década seguinte felizmente tratou de amortizar, ou melhor, tratou de evoluir, sofisticar.

Tentando resumir rapidamente o indie rock noventista (ai…) é o seguinte: uma turma que passou boa parte da década de 1980 agüentando o chamado rock farofa de Poison, Motley Crue e congêneres nas TVs, rádios, no quarto do irmão mais velho, e chegou à pós-adolescência com sede de vingança, louco para desfilar sua coleção de CDs de bandas meio amalucadas norte-americanas, cuja filiação direta são bandas cool, mas pouco ouvidas nos anos 1960, como Velvet Underground e Stooges. Gente que perdeu o bonde dos ingleses Smiths (a grande salvação da música independente nos anos 1980), mas chegou a tempo de curtir a fase MTV/grandes gravadoras do Sonic Youth ou do REM. E a partir daí descobriu – junto com o resto do mundo – uma enorme gama de bandas e artistas que não faziam exatamente questão de serem afinados, vestirem roupas bacanas ou criarem refrões para estádios cantarem. Sabe tudo aquilo que fez a carreira de grandes bandas como o Kiss ou do Queen? Então, esquece.

Aqui em Belo Horizonte, o ponto certo da turma era a Motor Music, capitaneada pelo herói Jeff Kaspar – antigo titular deste espaço, aliás – e a saudosíssima Urban Cave, cujos CDs importados doutrinaram muita gente. Campeões de audiência, títulos de Pixies, Teenage Fanclub, Sparklehorse, Yo La Tengo e quetais eram celebrados e divididos pelos guerreiros consumidores desses endereços. E tinha claro, o Pavement.

Olhando para trás, dá pra perceber que a banda liderada por Stephen Malkmus era uma espécie de macho-alfa do mundo indie, um resumo do que a turma acreditava. Gente “comum” (o vocalista trabalhava antes como segurança do Whitney Museum, em Nova York), sem arroubos de pop star, tocando guitarras barulhentas, mas ainda assim com bons ganchos, citando Lou Reed e Dave Brubeck nas suas músicas.

E, zoando o Rush, em uma de suas canções.

A “atitude” (eita palavrinha…) era confortável e coerente na época. Hoje em dia, é complicado. O mundo da música mudou muito. E para melhor. Discos do Pavement, como Slanted and enchanted ou Crooked rain, crooked rain envelheceram impressionantemente mal, aliás, como boa parte dos trabalhos de seus comparsas na época. Grupos atuais que insistem em recuperar elementos do guitar rock noventista são chatos pra burro. Revival? Legal, a ideia de ver a turma do tênis All Star se reunindo em seus trajes de gala e gastando algumas lágrimas saudosas ao som de Summer babe soa no mínimo divertida. Relevância para o pop atual? Perto de zero.

Foi a internet? Foi o OutKast de Hey ya? Foi o Killers tocando na Jovem Pan? Ou seria o Snow Patrol passando o rodo nos enlatados norte-americanos? Take me out, do Franz Ferdinand? Não sei. O que se comprovou nos anos 2000 – sem dúvida uma das grandes décadas da história do pop – foi que o eixo em que se situavam as noções de “guitar bands”, “indie-rock”, “música alternativa” na verdade serviu apenas para guiar um grande veículo, o da boa e velha música pop, com pê maiúsculo, para farto consumo, longe dos clubinhos fechados. Claro que o romantismo até permite alguma saudade de quando Cut your hair, do Pavement, era uma espécie de hino irônico para a turma indie. Mas que os tempos hoje são mais interessantes do que esperar pelo próximo clipe do Stereolab, não há dúvidas sobre isso.

20
fev

alto-falante na oifm

A partir de março o programa de rádio do Alto-falante passa a ser veiculado na OiFM. Todas as quartas às 20 horas.

Portanto, o programa desta semana foi uma espécie de despedida e agradecimento à UFMG Educativa e à Pelo Mundo, que nos abrigaram nestes anos todos.

Para quem quiser ouvir, tá aqui ó:

19
fev

insanidade do dia

I Me Mine, dos Beatles, no Beatles Rock Band. Fiquei de cara.

17
fev

beck & clapton

Os dois, juntinhos, estão na capa da próxima edição da Rolling Stone americana. Promovendo os shows que estão fazendo pelo mundo agora neste início de ano. Tá aí um encontro que eu gostaria de ver muito.

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Quem leu a autobiografia de Clapton deve estar impressionado com a fase do sujeito. No fim do livro ele dizia que queria diminuir o ritmo, fazendo menos shows e tal. Até que ele está, mas os shows que tem feito estão meio que imperdíveis. E esta sequência de “recuperar as parcerias antigas” está de tirar o fôlego. Primeiro, foi o encontro com Steve Winwood no ano passado, que tive o privilégio de ver em Los Angeles. Veja um trechinho de Winwood na clássica “Low Spark of High Heeled Boys”:

Isso sem falar no Crossroads Guitar Festival, que Clapton organiza anualmente. O lineup deste ano é qualquer coisa de espetacular:

Albert Lee
Allman Brothers Band
BB King
Bert Jansch
Buddy Guy
David Hidalgo and Cesar Rosas of Los Lobos
Doyle Bramhall II
Earl Klugh
Eric Clapton
Gary Clark Jr.
Hubert Sumlin
James Burton
Jeff Beck
Jimmie Vaughan
Joao Gilberto
Joe Bonamassa
John Mayer
Jonny Lang
Keb Mo
Pino Daniele
Robert Cray
Robert Randolph
Sheryl Crow
Sonny Landreth
Steve Winwood
Vince Gill
ZZ Top

Sim, você leu direito. João Gilberto no Crossroads Guitar Festival, ao lado de todas estas feras. Sei não, mas está me parecendo um evento imperdível. Já imaginaram João tocando ao lado de Clapton, Buddy Guy, Allman Brothers ou qualquer um destes aí? Ah se não fosse durante a Copa….

Porque o Crossroads Guitar Festival rola mais ou menos assim, ó:

12
fev

musa do dia

Kara DioGuardi, a jurada gata do American Idol.

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12
fev

skank - noites de um verão qualquer

E o novo do Skank hein? Mais uma vez de Conrado Almada.

11
fev

38 and counting

Daqui a 15 dias completarei 38 anos de vida e isso tem me deixado bolado. Meio bolado, talvez. Eu explico.

Nos últimos anos tenho tido um monte de zikiziras. Coisas mais ou menos tranquilas, mas que dão uma certa dor de cabeça. É uma dor no pé aqui, um refluxo ali…..coisas que uma pessoa de 37, 38 anos, pode tranquilamente ter. Acontece que você nunca aceita este tipo de coisa até acontecer com você. E aí você decide mudar, emagrecer, trocar de hábitos alimentares, fazer exercícios físicos….todas aquelas promessas das segundas, cujos prazos de validade vencem nas terças.

Mas eu decidi, eu quero, eu consigo. Vou mesmo mudar. Um novo homem surgirá nas próximas semanas e não deixarei que a promessa fique apenas na promessa. Agirei.

Só que eu não vim aqui para reclamar da minha saúde e você ficar com pena de mim (pode ficar um pouquinho só). Vim para falar de outra questão que me aflige.

Há alguns anos, o amigo e também crítico de música Kiko Ferreira me disse uma frase que ficou matutando em minha cabeça desde então: “Todo crítico de rock deveria se aposentar aos 40 anos. Ou trocar de praia.” Nunca imaginei que fosse dizer isso, mas pode ser que Kiko (que já havia passado dos 40 quando me disse esta frase) tenha razão.

Não que eu vá mudar de profissão e não mais amar a música. Impossível isto acontecer. O que acontece, lá no fundo (e foi isso que Kiko quis dizer) é que na medida em que a idade vai avançando, nossa paciência para as últimas novidades do rock vai acabando. De repente você se pega tendo um prazer muito maior em ouvir os discos antigos do The Band ou o último de Gil Scott-Heron (que escuto neste momento e que, apesar de ser um disco novo, tem uma sonoridade antiga, if you know what i mean) do que sair por aí olhando o que as revistas gringas tem a dizer sobre o Tilly and the Wall ou o Yacht (dois exemplos genéricos, diga-se de passagem. simplesmente os citei por estarem no meu desktop neste momento). De repente você se pega ouvindo estas coisas por obrigação ou para falar que conhece do que realmente por gostar.

Nunca fui de recusar downloads ou conhecer coisas novas, mas ultimamente tenho deixado passar propositalmente várias novidades que sei que não vou curtir. A não ser que estas novidades tenham um sotaque caipira americano, um violão bem tocado e/ou um folk rock contundente. Estes sim os meus prazeres auditivos. Não me interesso em ir a Glastonbury para ouvir todas aquelas bandas que os ingleses incensam. Quero ir ao New Orleans Jazz Festival e ouvir Van Morrison e Simon & Garfunkel (e estes nÃo foram exemplos aleatórios).

Eu sei. Este papo é tão velho quanto a crítica musical em si, mas eu não podia deixar passar batido, já que ele tem tomado conta de mim nos últimos tempos. E afinal isso aqui é ou não é um blog? E é meu! Eu posso escrever o que quiser, certo?

09
fev

momento festival descontrol do dia

Bonnaroo 2010, so far:

BONNAROO 2010 ARTISTS ANNOUNCED SO FAR:
The Avett Brothers
The Flaming Lips with Stardeath and White Dwarfs perform “Dark Side of the Moon”
Weezer
Medeski Martin and Wood
John Fogerty
Cross Canadian Ragweed
Ingrid Michaelson
Phoenix
The xx
Regina Spektor
Mayer Hawthorne & the County
Wale
Steve Martin & the Steep Canyon Rangers
Norah Jones
Bassnectar
OK Go
Monte Montgomery
Jay-Z
Punch Brothers
Thievery Corporation
GWAR
She & Him
Jimmy Cliff
Tokyo Police Club
Kid Cudi
Japandroids
Dr. Dog

09
fev

musa do dia

Anna Torv. Mais conhecida como a Agente Dunham, de Fringe. Em foto para a Esquire.

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07
fev

claro rádio

Durante o dia-a-dia de qualquer pessoa no trabalho, existem os bons e os maus momentos. Existem os projetos que você gosta de pegar e existem os que você faz porque tem que serem feitos.

A Claro Rádio é definitivamente um projeto do primeiro time, para mim. Criada pela Aorta para a Claro, é uma webrádio onde você escolhe seu clima e sua década.

Ontem a Claro Rádio foi tema da festa do BBB e deu um puta orgulho de ver o projeto que nós criamos e desenvolvemos durante meses sendo utilizado ali, em rede nacional, pelos BBBs.

E se você não conhece a Claro Rádio, não sabe o que está perdendo. Clica aí na imagem, vai!

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04
fev

musa do dia

Marion Cotillard. Porque Nine é um horror, mas ela é a melhor coisa do filme. Que mulher!

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02
fev

groundhog day

E para que ninguém se esqueça, hoje é o Dia da Marmota!

Como? Você nunca viu Groundhog Day, com Bill Murray e Andie McDowell? Vergonha!

02
fev

é hoje

A ansiedade toma conta.





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