Archive for maio, 2003
Quanto tosco você é?
PÁRA TUDO !!
Eu acabei de ver o melhor comercial de carros da história, aqui.
Dia a lenda que foram necessárias 606 tentativas para que ele desse certo. É tudo real, como está na tela, sem computação gráfica.
Assistam. É impressionante.
Não me perguntem o que, que eu não vou dizer, mas a semana terminou maravilhosamente bem. Uma ótima notícia alegrou nossa sexta-feira.
Caramba, este blog vai chegar às 20mil visitas ainda este fim de semana, creio eu.
Vejam vocês…
Liliane Prata é uma ex-colega da PNC que deu certo. hehehe
A fofa hoje escreve para a Capricho, vai ter seu primeiro livro publicado em setembro e tem um blog.
Tudo de bom pra você, Lili. Vamos manter contatos imediatos.
Blogger, bloggerzinho do meu coração,
o que fizeste com meu Call Me James ?
Querem saber o que eu acho de Matrix ?
Aqui, no Especial Matrix.
Dia corrido. Por causa da Pitty. A fofa ( ela adora dizer “fofa”. então tudo bem. ) vai tocar no Pop Rock Café hoje à noite e eu fiquei por conta de acompanhá-la pela cidade para a divulgação. Gente boa ela. Resta saber se o show é bom. Amanhã conto.
Noite das mais agradáveis.
Primeiro, cheguei em casa e meu Cd do Los Hermanos estava aqui. Passei uma boa hora degustando e pensando que realmente o LH é uma das melhores bandas do país, se não for a melhor.
Um pouco mais tarde fui à pré-estréia de “O Homem que Copiava”, segundo filme de Jorge Furtado. Mais uma vez, o melhor roteirista do Brasil ( alguém ainda tem alguma dúvida disso ? ) nos dá mais uma prova de sua genialidade. O filme é absurdamente delicioso e genial. “Houve Uma Vez Dois Verões” já havia sido, mas este é diferente. O roteiro é tão bem amarrado…..é daqueles que qualquer detalhe é importante. Soberbo mesmo.

Raramente vocês me vêem falando de esportes aqui. Talvez porque o mais popular de todos, o futebol, só tem me decepcionado. Não me venham com o papo de “o Galo está ruim e o Cruzeiro esta bom”. Nada disso. O futebol brasileiro como um todo está uma pasmaceira, em virtude da cartolagem de sempre que reina.
Mas fugindo do futebol, dá pra achar coisas bacanas. O vôlei brasileiro, por exemplo, hoje e ontem mandou ver contra a Alemanha, em sua estréia na Liga Mundial 2003.
E as finais da NBA estão eletrizantes. O Nets eliminou o Pistons em quatro jogos. Fato raro em uma final de conferência. E o San Antônio está jogando neste minuto contra o Dallas pela final do Oeste. A série está 2X1 para o Spurs. Tô apostando em Tim Duncan e cia ltda, apesar de os brasileiros estarem torcendo contra, porque existe um argentino no time ( Ginobili ).
Pronto. Vou passar mais alguns meses sem falar de esportes.
Eu adoro o filme “Vida de Solteiro”.
Acabei de revê-lo na TNT. É uma comediazinha romântica dirigida por Cameron Crowe, ambientada na Seattle do inicio da década de 90, quando da explosão do grunge.
Legal é ver todos os figuras da cena ( Eddie Vedder, Chris Cornell, Tad e cia ltda ) interpretando.
É um dos “não me canso de ver”.
Fora a trilha sonora, que foi um dos meus discos de 1992.

E acabei indo à Obra ver o Brincando de Deus.
Olha, eu devo estar numa fase muito chata e bem pouco indie, porque achei o show chato demais. Vi as três primeiras músicas na frente do palco e fui lá para trás beber um pouco. Nem percebi quando ele acabou. mas a comunidade indie, que se reuniu ontem em mais um dia de gala da Obra, parece que gostou.
Encontrei lá com a Fernanda, amiga da outra Fernanda, a Veras, e ficamos a noite toda dançando. Depois, ela ainda me levou para conhecer as maravilhas do Chopp da Fábrica - um destes locais de comida de fim de noite. O tal Laricão é bom, mas ainda sou mais o Bolão.
Primeiro, about last night.
Fui à Floricultura para o show do Mastrangi. Lá pelas tantas, eles me chamam ao palco e eu toquei “Sweet jane” para um público que não parecia estar prestando muita atenção ao que estava acontecendo em cima do palco. No mais, bebi, me diverti e tal.
Hoje, o programa foi uma feijoada sensacional aqui em casa por conta do niver de Dad. Claro, o sono que baixou depois me derrubou e ainda estou na dúvida se saio de casa hoje à noite para ver o Brincando de Deus, na Obra, ou me dedico aos prazeres de estar em casa.








