Esta eu vi no Update or Die: Rolling Stones preparando “Sympathy for the The Devil” em estúdio:
Archive for novembro, 2009
sympathy for the devil
musa (colírio) do dia
Natalie Portman. De azul.

o show que eu não fui
Até agora não consigo me conformar por ter perdido o show do AC/DC ontem. Mas era uma questão de saúde. A amigdalite e os médicos me impediram. Então tá. Tudo bem. Saúde > shows. E eu sei disse desde que fui, em 2003, assistir ao Tim Festival com uma febre de 39. Foi um horror.
Anyway, parece que foi o show do ano. E não duvido. Não vi, mas concordo com tudo que o Luiz escreveu aqui.
E o início do show está aqui:
glee
Tenho uma nova obsessão na tevê (e um guilty pleasure maravilhoso): a série Glee.
Trata-se de mais uma série adolescente, destas passadas em high school americana, mas com duas boas diferenças em relação às demais: é muito bem humorada, com personagens bem divertidos; e gira em torno da música.
A trama fala de um destes clubes de música de uma high school, em Ohio. O tal Glee club é remontado por um professor de espanhol frustrado por ter feito parte do Glee na adolescência mas não ter seguido a carreira artística. Em sua nova formação, vários losers da escola (o gay, a gordinha negra, o cadeirante), uma talentosa garota que sonha com o estrelato mundial e o quarterback do time de futebol da escola, que entra no grupo apesar do preconceito. E aí vão se desenrolando as tramas paralelas, que vão de gravidez na adolescência ao preconceito, tudo tratado de uma forma inteligente.
No mais, só alegria. A trilha sonora da série bombou lá fora e é responsável por colocar canções como a que está aí embaixo nas paradas de novo. Não tem como não gostar do alto astral da performance do grupo e da escolha da canção. Confira porque vale muito a pena!
muppets
precisa dizer alguma coisa?
beatles 3000
Uma gripe me pegou de jeito e não permitiu que eu lesse muita coisa ou atualizasse isso aqui.
Mas este video me fez rir muito….
Sexta-feira, terceiro dia do Nono Primeiro Campeonato Mineiro de Surf, no Music Hall. Casa cheia e quente (aparentemente alguém ligou o ar condicionado da maneira errada e o queimou. A piadinha que se fazia no local era que alguém tinha mandado desligar para ficar tudo igual à Obra). Na pauta, o show do Ultraje a Rigor.
À parte os ótimos shows do Proa, dos mestres da guitarrada e da surpresa da noite, a banda croata Gustafi (uma espécie de Gogol Bordello meets Bailão Sertanejo), o dia era mesmo de Roger Rocha Moreira e sua banda. Vamos combinar: não tem como não gostar de Ultraje. Em primeiro lugar, porque seus shows, por mais que eles se esforcem em fazer o contrário, são uma sucessão de hits. E olha que eles ainda se deram ao luxo de não tocar “Inútil”. E em segundo lugar, que outra banda tem uma música chamada “Filha da Puta”, outra chamada “Cu” e outra cujo refrão é “Bun-bun-bundão”?
Por estas e outras é que a gente espera ansiosamente pelo fim do revival dos anos 80. Da parte picareta da história, claro. Porque o Ultraje a Rigor pode ficar entre nós por quanto tempo ainda quiser. Simplesmente porque ninguém quer pensar em nada durante um show da banda. Apenas se divertir.
pausa para reflexão
Com Megan Fox

Reflita muito sobre esta foto.
videos do dia
Todos os dias eu assisto a um monte de clipes, videos e demais curiosidades mas não dá tempo de colocar aqui. Na medida do possível, vou tentar me redimir destes lapsos. Vamos aos de hoje:
Beck & Charlotte Gainsbourg - Heaven Can Wait
Anahi - Mi Delirio (da série “gostosa-mas-com-um-clipe-whatthefuck!”)
musa do dia
Gisele Bundchen. Porque antes de ela ser Gisele Bundchen, ela já era…..gostosa.
Como está no livro do Mario Testino, sobre o Rio de Janeiro. Se as fotos dela com esse modelo sortudo aí não são excitantes, então eu não sei o que é ser excitante.
E o carinha ficou com a barraca armada. Mas quem não ficaria?

Os melhores discos dos anos 2000, para a NME:
1 The Strokes, Is This It
2 The Libertines, Up The Bracket
3 Primal Scream, XTRMNTR
4 Arctic Monkeys, Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
5 Yeah Yeah Yeahs, Fever To Tell
6 PJ Harvey, Stories From the City, Stories From the Sea
7 Arcade, Fire Funeral
8 Interpol, Turn On The Bright Lights
9 The Streets, Original Pirate Material
10 Radiohead, In Rainbows
sobre stalkers
Se eu fosse deletar meus blogs, meus twitters, facebooks ou orkuts cada vez que uma pessoa faz um comentário negativo sobre eles ou sobre minha pessoa, eu não teria mais nenhum espaço virtual. Aliás, acho que todo jornalista deve pensar um pouco assim. Porque quando mexemos com o gosto das pessoas - ainda mais quando o assunto é ligado à música, futebol, cinema ou outro tipo de paixão - perdemos a razão, certo? NOT!
O papel de um jornalista profissional ou amador é este mesmo: falar o que pensa, criticar. Objetivamente? Não acredito. O simples fato de você escrever positivamente ou negativamente sobre algum assunto já é pender para algum lado. Já passei por isto inúmeras vezes (o caso mais clássico foi o da resenha que fiz do show do New Order no Pop Rock Brasil 2006, quando fui destruído por centenas de fãs indignados) e não posso deixar de assumir que gosto de uma polêmica.
Estou dizendo isto tudo porque acabei de ficar sabendo que uma amiga deletou um blog recém-criado porque foi alvo de críticas de algum stalker. Ficar chateada por causa disso? Para com isso! Todo mundo tem direito de não gostar de algum texto e eu mesmo não gosto de muita coisa que é escrita por aí. Mas nem por isso ofendo quem escreve. Cabe a quem escreve saber discernir o que deve ser absorvido e o que não deve.
Portanto, futuros críticos, desde já aprendam a engolir os sapos. Ou a regurgitá-los de devolvê-los muito bem digeridos.
Teste da noite
beck’s record club
Primeiro ele regravou todo o The Velvet Underground & Nico com a ajuda de gente como Joey Waronker, Nigel Godrich e Giovani Ribisi.
Depois, foi Songs of Leonard Cohen, com o MGMT, gente do Wolfmother, Devendra Banhart e Binki Shapiro do Little Joy.
Agora ele juntou o Wilco, Feist e Jamie Lidell para mais uma empreitada que você ouve abaixo
Record Club: Skip Spence “Little Hands” from Beck Hansen on Vimeo.
É ou não é o projeto mais bacana do ano?
E o flyer hein?

Há um bom tempo venho observando que tenho assistido bem mais séries de tevê do que filmes. Os motivos são muitos: a falta de bons argumentos para filmes, que tem reciclado cada vez mais idéias do passado, aliada à facilidade com que baixamos novos episódios das séries - coisa que no passado era impossível e por conta disto tínhamos que esperar que a série fosse exibida na tevê, mutilada pela Globo em muitos casos.
Fringe, Flash Forward, The Office, Mad Men, Lost, House e tantas outras fazem a alegria de minhas noites, antes de dormir. Por isso, sou capaz de discutir com muito mais afinco uma lista como esta, recém-publicada, do que outra que coloquei aqui antes, dos melhores filmes dos anos 2000.
Aliás, o que você achou desta lista aí, hein?
Se eu fosse você, clicava aqui para ver uma amostra do livro “Trust: The Photographs of Jim Marshall”, que a Rolling Stone publicou.
São fotos geniais de alguns dos maiores astros do rock no auge de suas carreiras. Como esta aí embaixo do Led Zeppelin:

Precisa dizer mais?

musa do dia
Dakota Fanning. Aquela garotinha, sabem? De “Guerra dos Mundos” e tantos outros.
Olha o que ela virou.

lista do dia
Nesta época do ano, como você já deve ter percebido, começam a pipocar as listas de melhores do ano. Neste ano, a coisa está senod aumentada porque todos os órgãos especializados ou não estão elegendo suas listas de melhores da década.
Invejo quem consegue fazer isto. Eu mal me lembro de filmes ou discos que vi e ouvi na semana passada, o que dirá de discos que ouvi há quase dez anos.
Anyway, vou precisar de um tempinho aqui e me organizar porque pelo menos uma lista de melhores discos dos anos 2000 já me foi solicitada. A do site Scream & Yell, do chapa Marcelo Costa. Que já faz este tipo de trabalho há um bom tempo e já conseguiu virar referência.
Enquanto eu não acho este tempo, vou me divertindo com as listas que vejo por aí. Desta vez, é a dos melhores filmes dos anos 2000, pelo jornal britânico The Times.
São filmes lançados no Reino Unido. Considerando que muitos filmes lançados por lá nem sonham em chegar às nossas salas brazucas, é bem provável que você não tenha visto muitos deles. Mas não deixa de ser uma lista respeitável (ainda que eu não concorde com várias inclusões).








