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Came Back Haunted

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O Nine Inch Nails voltou assombrando. É o que diz o título de sua nova música. E é bem a realidade dela.

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Vanusa Sabbath

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Sensacional. Vanusa emulando Black Sabbath. Muita gente achou parecida com “Sabbath Bloody Sabbath”. Poderia ser uma inspiração não fosse o fato de a música do Sabbath ter sido lançada depois….

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Stones e Taylor Swift

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A gente sabe que os Stones adoram ter uma garota bonita no palco pra cantar com eles. Nesta turnê eles já receberam Lady Gaga, Katy Perry, Carrie Underwood e por aí vai. Chegou a vez de Taylor Swift duetar com Jagger em “As Tears Go By”, no show de Chicago.

Tem certas coisas que…..ah, deixa pra lá. Tente prestar atenção às formas de Swift e não a seu vocal, ok? É bem mais interessante. E repare também na mão boba de Jagger, indo onde vários homens gostariam de ir, várias vezes durante o video.

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Synchronicity 30 anos

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Um dos discos que mais escutei na vida. Minha adolescência não seria a mesma sem ele.

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A Seleção e o (meu) clube

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Em 1994 eu torci muito pela Seleção Brasileira. Me lembro como se fosse hoje daquela final, dos pênaltis, de todo o drama, dos berros que eu e alguns amigos demos a cada cobrança, de Roberto Baggio chutando pra fora o último pênalti, de minha voz que sumia a cada grito e do choro compulsivo ao final do jogo. Éramos campeões.

Corta pra 2013. Dia 31 de maio, por volta de meia-noite. Por alguns momentos, não mais que poucos segundos, todo aquele filme passou por minha cabeça quando Riasco, do Tijuana, caminhou para bater o pênalti em cima do meu Galo, aos 47 minutos do segundo tempo do jogo que valia a classificação para as semifinais da Libertadores da América. A defesa de Victor (50% sorte, 50% competência) causou em mim uma reação parecida com aquela de 1994: gritos, berros, pessoas de joelhos e o choro compulsivo ao final da partida. Estávamos classificados.

Corta para o dia 2 de junho de 2013. A Seleção Brasileira enfrenta a Inglaterra no jogo que marcou a reabertura do Maracanã. Passei o jogo inteiro conversando com uma amiga no Facebook. Falamos dos mais diversos assuntos, inclusive de futebol. Às vezes dava uma olhadinha para a tv na esperança de ver alguma jogada que me provocasse alguma emoção. Nada. Passei em branco. O 2×2 do jogo não me causou nenhum choro, não dei nenhum berro, nem tampouco me lembrei de outros momentos da Seleção Brasileira.

Logo na sequência, o Galo jogou contra o São Paulo pela segunda rodada do Brasileirão. Um jogo difícil. O time do Galo visivelmente cansado não conseguiu furar a defesa do São Paulo, nem mesmo quando o tricolor teve Denilson expulso. Mas eu torcia a cada jogada, gritava com os jogadores como se eu fosse o técnico. Ao final, mesmo com o empate em 0×0, aplaudi os jogadores pois foi nítido o esforço de todos e o cansaço da maioria.

Mas e aí? Perceberam a diferença?

Assim como eu, o número de torcedores que não dá a mínima para a Seleção Brasileira e se preocupa apenas com seu clube aumenta a cada dia. O que aconteceu? Onde foi que erramos? Quem errou? A outrora imbatível Seleção Canarinho não empolga, não tem identificação com a torcida e, pior, não dá sinais de mudança. Já somos fregueses de alguns países, como a França, nosso próximo adversário, no domingo que vem.

Se antes era uma honra um jogador ser convocado para a Seleção, hoje nós, torcedores de clubes, ficamos felizes quando nossos craques não são convocados, como aconteceu recentemente com Ronaldinho Gaúcho. Vocês acham que a torcida do Galo está triste por ele não ter ido para a Copa das Confederações? Pelo contrário, ela está revoltada por Rever e Bernard estarem lá!

Vivemos um momento bastante interessante. A Copa do Mundo vem aí e aquele turbilhão de torcedores que só sabem o que é futebol durante a competição se prepara para invadir os estádios. Como hoje, no jogo de reabertura do Maracanã. Boto fé que uns 80% só estavam ali porque era o Maracanã e queriam participar deste momento histórico. Não são torcedores. São espectadores de futebol. Torcedor de Copa do Mundo é assim, em sua maioria. Não vai para torcer, apenas para assistir. Nem sempre foi assim, mas a fase ruim da Seleção Brasileira nos obrigou a fazer isto. Será mesmo uma fase?

Sim, eu vou a um dos jogos da Copa das Confederações. Mas pra que, me perguntam? Vou porque eu gosto de futebol e quero ver isso tudo de perto. Sem falar que eu gosto de eventos, já trabalhei em alguns, já produzi outros e sempre tive curiosidade em ver tudo de perto. Sejam eles eventos esportivos ou musicais. Pretendo comprar ingressos para a Copa do Mundo no ano que vem pelos mesmos motivos.

Só não pretendo me dirigir até os estádios na esperança de ver a Seleção Brasileira campeã de uma ou de outra competição. Prefero muito mais assistir aos jogos do Galo na Libertadores, quando julho chegar.

Estou errado? Claro que não. Me emociono com o futebol da mesma maneira. Apenas não acho que a Seleção Brasileira merece minhas lágrimas. Para usar o termo da moda, ela não mais me representa.

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A perfeição em forma de riff, fraseado e solo

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A track do Clapton isolada em “While My Guitar Gently Weeps”, dos Beatles. Perfeição é isso aí.

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Laura Marling

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Esta garota é há um bom tempo um dos nomes mais quentes, se não o mais quente, do folk britânico. O disco novo dela tem sido recebido por lá com status de clássico. Vale a ouvida.

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