Ou, quando a tv americana é absolutamente brilhante.
Já demonstrei aqui todo o meu apreço por esta série. Como se não bastasse ela ser sensacional, esta quinta temporada está ultrapassando todos os limites. Talvez pelo fato de ela ter chegado ao fim da década de 60 e se deparado com toda a quebra de paradigmas que fez parte daquela época, talvez pelo fato de que Matthew Weiner, seu criador, está se envolvendo mais ativamente (reparem como praticamente todos os episódios tem sido escritos por ele), estamos sendo surpreendidos episódio após episódio.
E aí chegamos ao ápice neste episódio 11. Ou ‘The Other Woman”, que eles se deparam com uma questão moral gravíssima, ao participarem da concorrência para a conta da Jaguar nos Estados Unidos. Dizer mais do que isso seria estragar a surpresa. Tudo foi soberbo: o texto, as interpretações (em especial Jon Hamm e Christina Hendricks, na cena no apartamento dela), a trama, a direção, a montagem, a trilha sonora. Não dá pra ser muito melhor do que isso na dramaturgia para a tv. Ou melhor colocando, na dramaturgia em geral.
Abaixo a cena-chave do episódio. Se você não acompanha a série, é provável que não entenda. Se acompanha e ainda não assistiu, baixe antes, assista o episódio inteiro, para depois rever aqui apenas esta cena. Uma aula de sutileza e roteiro bem amarrado.
Neil Young + parte da Crazy Horse (“Poncho” Sampedro) + Booker T & the MGs. Durante 2 horas e meia.
Você não vai ouvir nada melhor no dia de hoje. Acredite.
Ele se curou de um câncer e agora está lançando um novo disco, depois de 12 anos sem lançar nada. Estou falando de um dos grandes e dono de uma das vozes mais inacreditáveis da música norte-americana: Bobby Womack.
The Bravest Man in the Universe é o nome do petardo e tem participações de Lana Del Rey e de…..Gil Scott Heron. Sim, ele mesmo!
Já está por aí nas interwebs, mas por enquanto você ouve a linda colaboração dele com a musa Lana Del Rey:
E que tal relembrar também um de seus clássicos, na sensacional abertura de Jackie Brown, do Tarantino?
Nos anos 90, jeff Buckley passou pelos estúdios da KCRW, em Los Angeles, bem antes de ele ser famoso. Só ele, um microfone e um violão, sem processamentos, sem engenharia de gravação. Para relembrar o cara, na ocasião dos 15 anos de sua morte, a rádio disponibilizou a sessão para quem quiser ouvir. É de tirar o fôlego.
ATENÇÃO! MEGA SPOILER!
Se você não quer saber o que acontece no filme, não leia este post. Alguém que tem um amigo que trabalha na Warner comentou em um post do Omelete e eu reproduzo aqui. Não me responsabilizo pela veracidade dos fatos também. Mas parecem verdadeiros!
_______
Os criminosos são contra a LS e formam uma aliança instável e desajeitada com Batman mais tarde.
O Espantalho está preso, contudo o mesmo sabe como sair da cidade e ele seqüestra Tália e a submete a um julgamento, contudo, alguns membros da LS aparecem para resgatá-la e Bane mata o Espantalho.
A Mulher Gato é uma ladra, e como acompanhante ela conhece Bruce Wayne, ela descobre seu segredo e decide “substituir” o Batman na luta contra a Liga das Sombras no filme, só que ela MATA seus inimigos, ao contrário doBatman. Mais tarde ela se une ao Batman quando do retorno desse e passa a admirar o homem-morcego e a sua ideologia.
Vai acontecer apenas uma recapitulação do que foi filmado com Liam Neeson, pois o personagem dele está morto. Ele não irá “ressurgir” no filme em hipótese alguma.
Ao contrário do que muitos pensam Pence não irá atuar como um jovem Ras e sim como um oficial do governo. Ele é basicamente o cara que implanta Nixon em Gotham e ele é a pessoa que está consciente de que a união de Bane/Talia é uma enorme conspiração para acabar de vez com Gotham. Ele consegue derrubar os corrompidos membros da casa branca e começa a evacuar os cidadãos de Gotham que seguem caminhos separados após imigrar para diferentes cidades da América e do mundo e, no final do filme, a Wayne Enterprises é que será uma das empresas responsáveis pela reconstrução da cidade.
No final o Batman resolve voltar à ativa e para retomar a cidade, organiza um exército composto por policiais (liderados pelo personagem de Joseph Gordon-Levitt) e parte pra luta contra o Bane. O vilão, por sua vez, tem um sério problema, como ele não sente dor, nada o contém, ele poderia estar com todos os ossos do seu corpo quebrados que ainda assim estaria se sentindo bem, mesmo que seu corpo estivesse morrendo, e é isso que acontece no filme, Bane morre de tanto apanhar na luta final com o Batman, simplesmente porque se recusa a parar de lutar, mesmo estando derrotado. Prestem bem atenção, Bane será literalmente “ESPANCADO” na luta final e “sem perdão”… Nesse mesmo momento a Mulher-Gato luta com Talia e também a derrota. Contudo, eles precisam sair da cidade e, como as pontes estão quebradas, a única forma de escapar é pela Batcaverna que foi construída em cima de um sub-solo rodoviário que possuí vários túneis de acesso para o mundo exterior. Mesmo derrotada, Talia se une a Batman e a Mulher-Gato nessa “saída final”.
Entretanto, ainda ficou para resolver a questão relacionada à máquina nuclear chamada “Doomsday” e Batmanacaba não acompanhando Tália e a Mulher-Gato nessa saída pela Batcaverna. Ele retorna e como a bomba está programada para explodir, ele tenta salvar Gotham utilizando o Batwing, mas ele não funciona, pois a bomba desliga automaticamente todos os aparelhos eletrônicos em Gotham. Na minha opinião a bomba não deve chegar a explodir, pois caso contrário toda a cidade iria pelos ares, sendo assim não haveria a hipótese de sua reconstrução no final do filme.
Existem 02 finais previstos, em um deles o Bruce Wayne morre, mas o legado do Batman irá continuar através de um substituto e, na outra filmagem, Bruce Wayne se aposenta, treinando um substituto que provavelmente será o personagem do ator Joseph Gordon-Levitt.
E “Americana” que acaba de ser disponibilizado para streaming no site da Rolling Stone gringa. Clica na imagem aí embaixo.
Morro de medo quando vejo este nome “Tributo a”. Geralmente é roubada. Como parece ser esta, que a MTV está patrocinando. Nada contar a emissora endossar algo deste tipo, afinal a Legião Urbana é uma instituição, tem milhares de fãs, dá audiência e tal.
Eu estava evitando ver alguma coisa deste tributo porque não me cheirava bem. E aí, zapeando pela tv neste domingo, passei pela emissora que exibia um making of da parada. E é bem pior do que eu imaginava. O que me incomoda neste tipo de tributo é a tentativa de soar como o original, ainda que o Wagner Moura se esforce para ser diferente de Renato Russo. Para o público, no final das contas, o que sobra é o Wagner substituindo o Renato nos vocais.
E porque cargas d’água um ator bacana como o Wagner Moura topa participar de uma coisa destas? Soaria bem mais honesto se ele tocasse as músicas com sua banda (Sua Mãe, acho eu) do que com Dado e Bonfá, numa tentativa de…..sei lá o que. Faturar algum, talvez?
E sobre Dado e Bonfá, nem sei o que dizer. Podiam tranquilamente ficar quietos nos seus cantos. Mas não. Precisam sair de suas tocas. Renato Russo, meus caros, não aceitaria isso jamais! Tenho certeza disso.
Mas se você aí pretende assistir ao especial, ele vai ao ar na MTV na terça, às 22 horas. Ontem eles fizeram um show surpresa no Studio SP. Olha um trechinho: