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Mais um show do Wilco

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Mais um show do Wilco na íntegra. Diante disso, me pergunto: seria o Wilco a banda com o maior número de shows disponíveis na internet, principalmente no Youtube?

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Portishead @ Barcelona

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O cenário era o Poble Espanyol, um complexo cultural situado no Parque de Montjuic, em Barcelona, bem perto dos espetaculares Museu de Arte da Catalunha e Estádio Olimpico. Assim como seus vizinhos, o Poble Espanyol confronta o moderno e o arcaico de uma maneira que só Barcelona sabe fazer. Acontece que o maior confronto da noite do ultimo dia 22 de junho se daria exatamente às 10 da noite quando a potência do som que ecoou do PA do show do Portishead tomou conta do local.

Combinar potência de som e Portishead na mesma frase parece algo complicado de entender. Mas o som do Portishead é exactamente isso: potente, mas não somente em volume. As nuanças e texturas do som da banda acabam ficando em primeiro plano, deixando a potência propriamente dita em segundo, exatamente porque não é necessário. Para se ver e ouvir um show do Portishead, é fundamental um bom som. E nesta noite, em especial, o som estava mais do que 100%. Era possível ouvir tudo bastante definido, de qualquer lugar da praça central do Poble Espanyol (que diga-se de passagem, estava lotado com aproximadamente 5 mil pessoas) e se deixar entrar no som da banda.

Porque não há outra maneira de se entender o Portishead senão se deixar levar. Canções como “Silence” e “Sour Times” são verdadeiramente hipnóticas e causam um efeito devastador nas almas mais puras, como a minha. Sim, foi bem fácil me deixar levar pela voz de Beth Gibbons, que do alto dos seus 47 anos de idade, dá uma verdadeira aula de emoção em seu canto, principalmente no ponto alto do show, a arrebatadora e singela “Wandering Star”. Beth Gibbons canta a emoção como poucas pessoas no mundo.

Não foi longo, nem curto. Não foi uma mega produção, mas também não foi um show simples (os vídeos, projeções e demais aparições no gigantesco telão ao fundo são um espectáculo à parte). O Portishead é uma banda que não se preocupa em empurrar nada goela abaixo de quem os ouve. Quer continuar fazendo sua música no seu ritmo todo particular. Seja lançando um disco a cada dez anos, seja fazendo poucos e valiosos shows para públicos especiais. Se você é um destes felizes convidados para a ceia de Beth Gibbons, sinta-se um privilegiado. São poucos os artistas que conquistam um respeito e se tornam objeto de desejo ao mesmo tempo. Feche os olhos e embarque também nesta viagem.

SETLIST

Silence
Nylon Smile
Mysterons
The Rip
Sour Times
Magic Doors
Wandering Star
Machine Gun
Over
Glory Box
Chase the Tear
Cowboys
Threads

Encore:

Roads
We Carry On

E o video de “Wandering Star”:

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Bora pra Europa?

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Na terça-feira embarco para mais um giro europeu. E descontando a primeira vez em que estive no Velho Continente, em uma daquelas excursões “30 países em 10 dias”, acho que estas serão as minhas férias mais curtas e longas ao mesmo tempo. Curtas porque serão apenas 23 dias. E longas, porque devo passar por umas 7 cidades, aproximadamente. Com margem de erro de duas cidades para mais ou para menos.

Em 2008, quando estive por lá pela última vez, o trabalho se misturou com as férias. Fomos cobrir os festivais de Benicassim, Eurockeennes e Roskilde para o Alto-falante, sem falar nos dez dias em Londres, que geraram um especial bem bacana e ainda a oportunidade de conhecer de perto figuras bacanas, como Allan Jones, editor lendário da revista Uncut, e visitar pelo menos um lugar mais lendário ainda: os estúdios de Abbey Road. O resultado é este especial aqui:

 

 

 

 

Agora, nada de Londres. Melhor passar longe da capital olímpica deste ano. A primeira parada será em Portugal, mais especificamente na cidade do Porto, para este festival:

Um festival menos (25 mil pessoas/dia) e um grande  reencontro com vários amigos (Wilco, Flaming Lips, Spiritualized, Rufus Wainwright), além da oportunidade perfeita para fazer vários outros (Suede, Beach House, War on Drugs, Afghan Whigs, Jeff Mangun). Isso fora a beleza do Porto e o local onde o festival vai acontecer: o Parque da Cidade.

Depois de cinco dias no Porto, parto para mais alguns pelo interior de Portugal até chegar a Lisboa. terei pouco tempo por lá, mas o suficiente para encontrar amigos, conhecer outros….o de sempre.

Na sequência, Madrid. E a crise européia. Vou me encontrar com os 25% de desempregados da Espanha e um norte-americano velho conhecido deste blog, que se apresentará no santuário Santiago Bernabeu, popularmente conhecido como “a casa do Real Madrid”:

 

De Madrid, vou para Barcelona. E em meio a muito vinho, champagne, passeios pela cidade e pela praia, vou ver esta banda aqui:

 

Neste lugar aqui:

E aí, a última parada da viagem: a sempre deliciosa Paris, que com amigos espalhados por toda a cidade, fica bem mais agradável. E encerro minha turnê européia no Gran Rex, vendo estes velhos conhecidos aqui:

 

É ou não é uma volta à Europa em grande estilo? Fique ligado por aqui porque pretendo colocar updates, sempre que possível. Não sou do tipo que corre para casa para escrever, mas o afã do momento pode fazer com que eu mude de idéia.

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Adiós Pep

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Fala a verdade: quantas vezes você viu um time fazer um video de agradecimento pelos serviços prestados pelo técnico que está de saída? Pense nisso.

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Messi

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Todos os gols dele pelo Barcelona. Relaxa aí na poltrona e se joga. Arte pura.

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